20 julho, 2017

AIMinho e o Novo Rumo a Norte apoiam novas ideias de negócio


A AIMinho - Associação Industrial do Minho e o projeto Novo Rumo a Norte prepararam, especificamente para quem tem uma ideia de negócio e quer pô-la em prática, as sessões coletivas de Coaching & Mentoring. São 52 horas de formação, destinadas a capacitar o empreendedor/empresário para a consolidação da sua ideia e a sua concretização enquanto negócio viável, sustentável e competitivo.

As sessões são gratuitas e estão estruturadas em cinco grandes áreas de intervenção: Indivíduo; Competências; Recursos; Projeto; e, Pitch. Adicionalmente, se a ideia de negócio for enquadrável na RIS3 - Estratégia Regional para a Especialização Inteligente do Norte, o projeto poderá habilitar-se a um dos oito prémios Norte Empreendedor, no valor de 5 mil euros. Para breve, estão previstas duas ações para Braga: de 2 setembro a 3 outubro de 2017 (Liftoff - Gabinete do Empreendedor da AAUM); e, de 11 outubro a 6 dezembro de 2017 (Escola Profissional de Braga).

O Novo Rumo a Norte é cofinanciado pelo Norte 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Os interessados podem obter mais informações e efetuar a sua inscrição numa das sessões de formação em www.aiminho.pt.

Protocolo entre IAPMEI, Turismo de Portugal e CTT reforça vantagens para PME


O IAPMEI - Agência para a Competitividade e a Inovação e o Turismo de Portugal acabam de assinar um protocolo com os CTT que permitirá o acesso das empresas PME Líder e PME Excelência, em condições privilegiadas, às soluções de publicidade da ferramenta www.cttads.pt.

No âmbito deste protocolo, os CTT vão conceder um desconto de lançamento na utilização do CTT Ads: de 22%, de 1 de agosto a 31 outubro de 2017; e, de 10% de 1 de novembro até 31 de dezembro de 2017. Com este acordo, estabelecido no âmbito do programa Fincresce/PME, cresce o pacote de vantagens da Carta de Benefícios para as PME distinguidas com estes estatutos.

A Carta de Benefícios para PME Líder e PME Excelência elenca um conjunto de vantagens em diversos produtos e serviços para as empresas distinguidas. Essas vantagens são concedidas por entidades protocoladas e vão desde o acesso em condições especiais a linhas de crédito específicas ou a serviços externos de notação de riscos, bem como o acesso a um programa de formação em alta direção exclusivo para PME Líder, entre muitos outros produtos e serviços.

Os interessados podem obter mais informações sobre a Carta de Benefícios no website do IAPMEI: www.iapmei.pt.

18 julho, 2017

Candidaturas a estágios do IEFP disponíveis até 31 de julho


Os estágios profissionais atualmente em vigor obedecem a prazos de submissão de candidaturas previamente estabelecidos. Nos anteriores estágios financiados pelo IEFP as candidaturas decorriam de forma ininterrupta, isto é, as candidaturas podiam ser submetidas em qualquer momento.

A atual fase de candidaturas encontra-se aberta até 31 de julho de 2017. O próximo momento de candidaturas decorrerá entre 15 de novembro e 31 de dezembro. As empresas que pretendam incluir um estagiário até ao final do ano deverão por isso apresentar as suas candidaturas a estágio até ao final deste mês.

Os estágios profissionais têm duração de 9 meses, ou de 12 meses em casos específicos, e abrangem os jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos e os desempregados com mais de 30 anos, mediante certos requisitos. A taxa de comparticipação pode ser 65% ou 80%, conforme o caso concreto de cada empresa.

O regulamento dos novos Estágios Profissionais está disponível em www.iefp.pt.

13 julho, 2017

Novo ficheiro SAF-T(PT)


Os ficheiros SAF-T são ficheiros em formato XML, que são exportados do software de faturação e comunicados às Finanças através do e-fatura até ao dia 20 de cada mês com a informação relativa à faturação do mês anterior.

A Portaria 302/2016 de 2 de dezembro vem alterar a estrutura de dados do ficheiro e cria as taxonomias a utilizar no preenchimento do ficheiro SAF-T(PT). A presente portaria entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 2017 e é aplicável ao exercício de 2017 e seguintes, com exceção da estrutura de dados a que se refere o artigo 3.º, que entra em vigor no dia 1 de julho de 2017.

A nova versão 1.04_01 traduz-se na inclusão de um novo campo (Referencial de classificação de contas - TaxonomyReference) na tabela de código de contas. Além disso, foram introduzidos códigos de taxonomias que devem corresponder a cada uma das contas do plano de contas. Isto irá permitir relacionar as contas de um determinado plano de contas e as rubricas contabilísticas existentes em cada entidade, ou seja, será possível compreender (informaticamente) os dados da contabilidade, de acordo com o plano de contas adotado. Esta nova versão dos ficheiros poderá implicar que seja feita uma revisão da versão do software de contabilidade e atualizá-lo se necessário. Caso o software não esteja atualizado, as coimas podem variar entre os 200 e os 10 mil euros.

Esta atualização tem como objetivo simplificar e automatizar o preenchimento dos Anexos A e I da IES - Informação Empresarial Simplificada de 2017 a submeter em 2018 e, além disso, irá permitir extrair, quando solicitado pelas Finanças, um ficheiro SAF-T do sistema contabilístico que possibilitará aos serviços de Inspeção Tributária e Aduaneira levar a cabo uma análise mais abrangente sobre a situação contabilística da empresa em questão.

Estágios Internacionais: alterações à medida INOV Contacto


A Portaria n.º 196/2017 vem alterar o enquadramento aplicável à medida INOV Contacto - Estágios Internacionais de Jovens Quadros. Os estágios INOV Contacto têm como principal objetivo apoiar a formação de jovens com qualificação superior em contexto internacional, bem como permitir a transmissão de informação entre os participantes no programa através de uma rede informal de conhecimento e de uma crescente rede de contactos internacionais: a NetworkContacto.

A primeira alteração relevante prende-se com o facto de que os destinatários do INOV Contacto passam a ser também os jovens que permaneçam legalmente no território português, deixando de ser apenas para os residentes em Portugal Continental. Adicionalmente, passam a poder candidatar-se ao acolhimento de estagiários outras entidades públicas ou privadas, cuja missão principal seja a promoção da internacionalização de empresas portuguesas e da sua atividade exportadora, que constituam uma referência a nível nacional e que representem um forte contributo para a inserção internacional das empresas portuguesas, designadamente, os serviços periféricos externos do MNE - Ministério dos Negócios Estrangeiros, os serviços da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, e as equipas externas do Instituto do Turismo de Portugal.

Por fim, é de destacar que as edições do INOV Contacto passam a ser constituídas pelas seguintes fases sequenciais, todas de frequência obrigatória: curso de práticas internacionais que inclui um período de formação em contexto real de trabalho, designado por estágio em Portugal (1.ª fase); estágio no estrangeiro e elaboração e entrega do Relatório final por parte do estagiário (2.ª fase); e, seminário de encerramento da edição (3.ª fase). Cada edição do INOV Contacto tem uma duração mínima de seis meses e uma duração máxima de nove meses.

Destacamos ainda que, o estágio dá-se por concluído com a entrega do relatório final por parte do estagiário, que terá de ocorrer, obrigatoriamente até ao último dia da 2.ª fase. A não entrega do relatório final implica o reembolso do valor total auferido durante o estágio.

Os interessados podem obter mais informações e efetuar a sua candidatura ao INOV Contacto em www.inovcontacto.pt.

06 julho, 2017

Abertura de apoios financeiros a projetos de formação em processos de inovação


Estão abertas as candidaturas a apoios financeiros a projetos de formação exclusivamente associados a investimentos enquadrados nos instrumentos financiados no Objetivo Temático 1 (Reforço da investigação, do desenvolvimento tecnológico e da inovação) e no Objetivo Temático 3 (Reforço da competitividade das pequenas e médias empresas) ou por outros instrumentos de apoio concedidos para as mesmas finalidades de verbas nacionais.

Este programa tem como objetivo intensificar a formação dos empresários e gestores para a reorganização e melhoria das capacidades de gestão, assim como dos colaboradores das empresas, apoiada em temáticas associadas à inovação e mudança. São suscetíveis de apoio os projetos de formação, na modalidade de candidatura individual e associados a projetos de investimentos, enquadrados nas seguintes tipologias: Inovação Empresarial e Empreendedorismo; e, Qualificação e Internacionalização das PME.

Para além dos critérios específicos de elegibilidade, os projetos a apoiar no aviso de concurso têm de estar relacionados com o projeto de investimento aprovado, não podendo o mesmo contemplar investimento em formação já aprovado, e não se encontrarem concluídos. As ações de formação previstas no projeto não poderão ter uma duração inferior a 25 horas e o limite mínimo de despesa elegível total por projeto no âmbito do presente aviso é de 5.000 euros.

O apoio a conceder aos projetos de formação deverá ter em conta uma taxa base de incentivo de 50%, possivelmente acrescida de majorações, não podendo a taxa global ultrapassar os 70%. Os apoios a conceder revestem a forma de subvenção não reembolsável. O programa tem uma dotação orçamental de 27 milhões de euros.

05 julho, 2017

Não tem preço, mas tem valor. Há espaço para a Felicidade na sua empresa?



O conceito do American Dream é hoje conhecido e partilhado pelo mundo: trabalha-se uma vida inteira para obter a/o mulher/marido perfeita/o, os filhos, a carreira, o carro e a casa perfeitos.

A procura deste Sonho influencia tudo o que fazemos. No entanto, muitos dos que aspiram a este ideal ou que se encontram perto de o alcançar, não conseguem experienciar a sensação de felicidade pela qual tanto lutaram. As pessoas continuam a questionar-se “O que mais pode haver?”, ou como diria Peggy Lee, "Is that all there is?".

A Felicidade é uma palavra moderna, traduzida do grego eudaimonia, utilizada então para descrever uma vida boa, alcançada vivendo bem e praticando-o ao longo do tempo. O que verdadeiramente falta hoje na vida dos indivíduos é a Felicidade como Aristóteles primeiramente a concebeu. A estrutura e o modo como muitas organizações hoje trabalham é o principal motivo para esta falta de Felicidade.

Se por um lado, hoje trabalhamos mais horas, o tempo para desfrutar da vida pessoal escasseia, dando aos colaboradores menos oportunidades para procurarem novas significâncias para a sua vida. Ou seja, a importância que os indivíduos dão ao sentimento de realização no trabalho, intensificou-se, uma vez que é lá, no local de trabalho, que despendem uma valiosa porção do seu tempo.

Então pensemos, a sua empresa contribui para a Felicidade dos colaboradores? É facto que a Felicidade no trabalho está longe de depender apenas da empresa. As pessoas são diferentes e aquilo que as faz felizes é também distinto. Mas este não deve ser argumento para não instigarmos à Felicidade no trabalho. Assim sendo, conhece os seus colaboradores? Sabe o que os move? É este o único meio para despertar a verdadeira Felicidade da sua equipa. Pratica a comunicação aberta? Oferece flexibilidade? Reconhece o mérito e partilha sucessos? Dá feedback? É respeitador da vida do outro? Potencia os sorrisos?

Começamos o presente por referir que a Felicidade não tem preço, mas dá trabalho. No entanto, os ganhos são imensos. Citando Máximo Gorki “Quando o trabalho é prazer, a vida é uma alegria. Quando o trabalho é dever, a vida é uma escravidão”.

Deitamos mãos à obra?

Sara Oliveira
Consultora-Formadora
EDIT VALUE Capital Humano

30 junho, 2017

Candidaturas ao programa SI2E disponíveis para projetos localizados no Cávado


Estão disponíveis as candidaturas ao programa SI2E - Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego para as empresas que pretendam realizar investimentos na região do Cávado.

O programa SI2E apoia de forma simplificada pequenos investimentos empresariais de base local que originem a criação de postos de trabalho. Apesar de abranger todos os concelhos do Cávado (Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde) é dada alguma prioridade aos projetos localizados em territórios de baixa densidade, isto é, zonas mais rurais.

São elegíveis os projetos que visem a criação de micro e pequenas empresas, ou a expansão e modernização de empresas já existentes, que originem a criação de postos de trabalho, onde se inclui o próprio posto de trabalho do promotor/empresário. As despesas elegíveis vão desde a aquisição de máquinas, equipamentos, software, estudos, planos de marketing, serviços de arquitetura e de engenharia, obras de remodelação e adaptação e participação em feiras e exposições no estrangeiro.

O subsídio a atribuir assume a forma de incentivo não reembolsável (fundo perdido) e a taxa de apoio pode variar entre os 30% e os 60% do investimento elegível. Para além do subsídio ao investimento existe também o apoio à criação de emprego que poderá ir até 5.055 euros por cada posto de trabalho.

A gestão do programa SI2E na região do Cávado é partilhada pela ATAHCA e pela CIM do Cávado. Os projetos localizados na área de intervenção na ATAHCA podem ter um investimento máximo até 100.000 euros. Os projetos que apresentem um investimento entre 100.000 e 235.000 euros são enquadrados na CIM do Cávado. Existe uma exceção para projetos localizados em zonas sem intervenção da ATAHCA, uma vez que podem submeter a candidatura à CIM do Cávado e podem apresentar um investimento elegível inferior a 100.000 euros.

Existem duas fases de candidatura, sendo que a primeira fase termina em 14 de agosto e a segunda em 14 de novembro de 2017. A submissão de candidaturas é feita através do Balcão2020. Mais informações estão disponíveis em www.portugal2020.pt.

29 junho, 2017

Incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração


Foi alterado o regime de atribuição de incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração, que consistia na isenção do pagamento da taxa contributiva na contratação destes grupos de pessoas, em vigor desde 1995.

Este incentivo continua a abranger os dois subgrupos contemplados no anterior decreto-lei designadamente: jovens com idade até aos 30 anos, inclusive, que nunca tenham celebrado um contrato de trabalho sem termo; e, os desempregados inscritos no IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional há 12 meses ou mais. Até aqui o incentivo consistia numa isenção integral das contribuições por um período de 3 anos. Com a entrada em vigor da nova lei, as empresas que contratem jovens à procura de primeiro emprego passam a estar isentas por um período de 5 anos mas com uma redução da taxa contributiva em apenas 50%. No caso das empresas que contratem desempregados de longa duração ficam isentas com uma redução da taxa contributiva em 50% mas por um período de 3 anos.

A isenção integral de contribuições passa apenas a abranger um novo subgrupo composto por pessoas com mais de 45 anos de idade e inscritas no IEFP há 25 meses ou mais. Esta isenção é atribuída por um período de 3 anos.

As entidades empregadoras que pretendam beneficiar deste incentivo à contratação devem submeter requerimento no portal da Segurança Social Direta, num prazo máximo de 10 dias após o início do contrato de trabalho. Caso este prazo não seja cumprido, a isenção apenas produzirá os seus efeitos a partir do mês seguinte à data do requerimento.

Empresários portugueses mais otimistas


Um estudo global da Sage revela que 82% dos empresários portugueses acredita que o seu volume de negócios se vai manter ou crescer em 2017. A Sage conduziu um estudo que reuniu respostas de mais de 5.500 empresários em 20 países de todo o mundo, entre os quais Portugal, que permite analisar diversas variáveis das PME - Pequenas e Médias Empresas e dos seus dirigentes.

Entre os empresários portugueses, 54% admite sentir-se confiante com as perspetivas do seu negócio para 2017. Esta confiança justifica-se com as apostas para este ano, com 43% dos inquiridos a confirmar que o principal plano é abrir uma delegação em novos mercados (23% a nível global). A nível global, a prioridade altera-se: 35% confirma que pretende lançar um novo produto ou serviço, opção que aparece em segundo lugar para os empresários portugueses, recolhendo 35% das respostas.

Quando solicitados a identificar as principais tendências tecnológicas para os negócios em 2017, 67% dos inquiridos em Portugal identificam a Inteligência Artificial (IA), seguida de Chatbots (15%) e da tecnologia Blockchain (11%), tendências que acompanham os resultados globais.

São três os fatores que os empresários portugueses destacam como os que terão maior impacto nos negócios em 2017: demasiada burocratização e legislação por parte dos Estados (28%), acesso a financiamento (23%) e acesso aos mercados internacionais (12%). Cerca de metade dos empresários portugueses (49,1%) considera que um dos fatores económicos que terá um impacto negativo mais evidente para as suas empresas está relacionado com alterações tributárias nacionais. As taxas de juro (37%) são o segundo fator apontado com maior preocupação. Para estes empresários, a maior parte dos fatores com impacto negativo nos negócios terá repercussão principalmente sobre os consumidores (44% em Portugal, 41% a nível global), ainda que o impacto direto nos negócios não seja menos relevante (33% em Portugal, 35% a nível global).