21 julho, 2016

Portugal à frente de Espanha, Grécia e Polónia em inovação


A Comissão Europeia publicou os resultados de 2016 do Painel Europeu da Inovação, do Painel de Avaliação da Inovação Regional e do Inobarómetro.

Num ranking liderado pelos países do norte e centro da Europa, Portugal encontra-se perto da média europeia em inovação e à frente de países como Espanha, Grécia e Polónia. O ranking avalia dimensões como investimento em inovação e investigação e desenvolvimento, publicações científicas, emprego em áreas de conhecimento, registo de patentes e outros efeitos económicos. Portugal apresenta uma melhor performance na área dos recursos humanos, encontrando-se acima da média europeia. Este indicador avalia a quantidade de novos doutorados, população com cursos superiores e níveis de educação.

A nível internacional verifica-se que o nível de inovação da União Europeia está-se a aproximar dos níveis do Japão e dos Estados Unidos da América. Prevê-se que nos próximos dois anos, a maioria das empresas irá manter ou aumentar o nível de investimento em inovação.

Para saber mais, deverá consultar o European Innovation Scoreboard em www.ec.europa.eu.

14 julho, 2016

EDIT VALUE® Formação Empresarial certificada em Segurança e Higiene no Trabalho


A EDIT VALUE® Formação Empresarial obteve a certificação pela DGERT em mais uma área de formação, nomeadamente a "862 - Segurança e Higiene no Trabalho", o que lhe permite, doravante, dinamizar formação certificada nesta área onde se incluem os Primeiros Socorros.

Destaca-se, neste âmbito, a Lei n.º 102/2009 de 10 de setembro que faz impender sobre as entidades empregadoras a obrigatoriedade de organizarem os serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho, como pressuposto de uma melhoria efetiva das condições de trabalho.

Para tal, as entidades empregadoras devem organizar os serviços adequados, internos ou externos à empresa, dinamizando formação que vise sensibilizar/formar os colaboradores sobre riscos e doenças profissionais e atitudes preventivas a adotar para uma melhoria da segurança e da saúde.

Novas candidaturas ao FEE: “Edifícios Eficientes” e “Administração Pública Eficiente”


Até ao dia 8 de novembro de 2016, estarão abertas as candidaturas no âmbito do FEE - Fundo de Eficiência Energética, que tem como objetivo reduzir o consumo de energia da parte de pessoas singulares e coletivas que sejam proprietárias de edifícios de habitação unifamiliar, ou de edifícios de serviços, respetivamente.

São suscetíveis de apoio, a aquisição de sistemas solar térmicos, substituição de aquecedores convencionais, janelas eficientes, isolamentos de coberturas, paredes e pavimentos e sistemas iluminação eficiente. As entidades são apoiadas com um apoio não reembolsável entre 35% a 60% do valor dos gastos referidos, até um limite máximo de 7.500 euros.

No mesmo âmbito, estão abertas as candidaturas para a Administração Pública de apoio a projetos que promovam a melhoria do desempenho energético, através da substituição dos equipamentos existentes por outros mais eficientes, ou através da implementação de dispositivos de controlo que permitam otimizar as condições de uso e consumo de energia. Para mais informação, consultar www.pnaee.pt.

Concurso da Startup Braga para empreendedores dos países da OIJ


A Câmara Municipal de Braga e a Startup Braga vão organizar um concurso para premiar aplicações mobile, por jovens empreendedores dos países que fazem parte do OIJ - Organismo Internacional da Juventude para a Iberoamérica.

A equipa vencedora terá direito a um prémio monetário de 7.500 euros, 6 meses gratuitos de incubação na Startup Braga e acesso ao programa BizSpark (que garante 3 anos de acesso gratuito a software, serviços e apoio tecnológico da Microsoft).

O “You Start Me App” está aberto a empreendedores em nome individual e equipas que tenham um fundador ou gestor entre 18 e 35 anos. A fase de apresentação de candidaturas decorre até 31 de outubro de 2016. Estas e outras informações disponíveis em www.startupbraga.com.

Candidaturas abertas ao programa “+Património +Turismo”


O Turismo de Portugal e a Portugal Ventures lançaram o programa “+Património +Turismo” que pretende apoiar startups e novos negócios, de base local ou regional, na área do turismo. O programa tem como objetivos contribuir para o desenvolvimento de atividades turísticas associadas à valorização do património cultural e natural do nosso país e dinamizar a criação de projetos que visem a fruição turística do nosso património cultural e natural.

O programa conta com um orçamento de 10 milhões de euros e vai apoiar projetos com um financiamento com um limite de 500 mil euros. São elegíveis projetos que: desenvolvam atividades associadas ao património ou animação turística, ou espaços de interesse; projetos associados ao alojamento turístico que sejam inovadores; e, plataformas de base tecnológica que de alguma forma promovam o turismo ou património. Entre as mais-valias para os beneficiários, encontra-se ainda o acompanhamento por peritos nos projetos financiados pela Portugal Ventures e a oportunidade de serem incubados e acelerados em pólos de inovação internacionais.

As candidaturas decorrem até 31 de julho de 2016 e os participantes devem submeter os seus projetos no portal da Portugal Ventures: www.portugalventures.pt.

07 julho, 2016

PT2020: Inovação Produtiva (PME e não PME)


O sistema de apoio “Inovação Produtiva” apoia projetos que contribuam para incrementar atividades inovadoras no tecido empresarial, capacitar as empresas nesse âmbito e facilitar o desenvolvimento de produtos, promovendo a produção transacionável e internacionalizável e a alteração do perfil produtivo do tecido económico.

No âmbito deste programa de apoio e incentivo são elegíveis: a aquisição de máquinas e equipamentos produtivos; equipamentos informáticos e software específico; despesas de construção; aquisição de direitos de patentes, nacionais e internacionais; licenças ou conhecimentos técnicos não protegidos por patentes; software standard ou desenvolvido especificamente para determinado fim; despesas relacionadas com a candidatura (TOC ou ROC); serviços de engenharia relacionados com a implementação do projeto; estudos, diagnósticos, auditorias, planos de marketing, projetos de arquitetura e engenharia; e, formação de recursos humanos.

Ao contrário do que acontece com a maior parte dos programas do Portugal 2020 (cuja natureza do incentivo é a “fundo perdido”), o SI Inovação assume a forma de apoio reembolsável não sendo cobrados juros ou quaisquer outros encargos. Caso os resultados do projeto sejam superados após a sua execução, é possível que uma parte do apoio não tenha de ser reembolsado. Relativamente aos investimentos elegíveis, o valor mínimo é de 75 mil euros e o limite máximo é de 25 milhões de euros.

As candidaturas a estes projetos decorrem até 30 de setembro de 2016. Todas as informações sobre este e outros programas de apoio e incentivo, disponíveis em www.portugal2020.pt.

Vale Incubação: Acreditação de Entidades


A medida Vale Incubação é um programa novo do Portugal 2020 que tem como objetivo dinamizar a capacidade empreendedora e fomentar as condições para a aceleração e sucesso de novas empresas, apoiando o desenvolvimento do negócio por via da contratação de serviços de incubação a incubadoras previamente acreditadas.

Os serviços de incubação a prestar pelas entidades acreditadas no âmbito dos “Vales Incubação” terão como objetivo acelerar e fomentar, pelo período máximo de 1 ano, a capacidade empreendedora e as condições para o sucesso comercial nacional e internacional de novas empresas, geradas por um empreendedor ou numa equipa de empreendedores, em atividades relacionadas com indústrias criativas e culturais, e/ou setores com maior intensidade de tecnologia e conhecimento ou que valorizem a aplicação de resultados de I&D na produção de novos bens e serviços, potenciando o sucesso no mercado de novas startups, em atividades inovadoras e de valor acrescentado.

O processo de acreditação das incubadoras está aberto até 16 de setembro de 2016 e deve ser efetuado através de formulário eletrónico disponível no Balcão 2020.

06 julho, 2016

Crise… Mudança… e as Pessoas?


Integradas num ambiente em mutação, as organizações promovem transformações que lhes permitam ser competitivas, assumindo os despedimentos maciços de pessoal como a solução ideal. A redução da força de trabalho, num tempo de crise como é este em que vivemos, é encarada como uma tentativa de minimizar custos, racionalizar recursos. Esquecem-se, todavia, que esta medida gera enormes custos, humanos e financeiros, constitui uma irracionalidade total, não tendo quaisquer efeitos benéficos para a organização. Mais grave, muitas vezes os despedimentos servem para encobrir erros de gestão (ou são a consequência destes), resultam da incapacidade de encarar os verdadeiros problemas, ou funcionam como uma simples medida paliativa para um mal que mais dia menos dia voltará a surgir, levando a nova vaga de despedimentos.
Mas a redução de pessoas não é uma resposta apropriada a problemas competitivos resultantes da fraca qualidade, ausência de flexibilidade, lacunas de formação, incapacidade para enfrentar as estratégias dos concorrentes,… Se estes e muitos outros são os reais problemas com que as organizações se defrontam, a redução de pessoas, o recurso aos despedimentos, muito provavelmente duplicará a dificuldade em os solucionar.
Todos sabemos que há períodos de crise, de declínio, em que os despedimentos são inevitáveis. Mas também é verdade que o declínio não surgiu repentinamente. É, antes, resultado de uma degradação que se começou a verificar tempos atrás, e que a gestão foi incapaz de enfrentar atempadamente, acabando por sofrer quem menos contribuiu para aquela situação, as Pessoas.

Esta forma de solucionar os problemas mostra-se dispendiosa já que pode conduzir a uma deterioração da motivação dos sobreviventes, a uma quebra da qualidade do trabalho e produtividade, a uma degradação da imagem da empresa,… Mais ainda, como irão reagir os novos colaboradores das empresas cuja imagem foi denegrida pelos despedimentos? Irão dedicar-se a uma empresa que lhes pode vir a fazer o mesmo? Como se vão sentir e comportar, doravante, os sobreviventes de um despedimento muitas vezes incorreto ou injustificado, quando sabemos que é com estes que a empresa vai lutar pela sua competitividade? 

Carolina Machado
Professora Associada
Escola de Economia e Gestão
Universidade do Minho

30 junho, 2016

Vale I&D: candidaturas abertas!


O sistema de apoio “Vale I&D” tem como objetivo apoiar projetos que intensifiquem o esforço nacional de I&I - Investigação & Inovação e a criação de novos conhecimentos com vista ao aumento da competitividade das empresas, promovendo a articulação entre estas e os restantes atores do sistema de I&I.

São suscetíveis de apoio os projetos individuais que visem o apoio à aquisição de serviços de consultoria em atividades de I&DT - Investigação & Desenvolvimento Tecnológico, bem como de serviços de transferência de tecnologia, nos domínios prioritários da estratégia de investigação e inovação para uma especialização inteligente (RIS3).

As despesas elegíveis têm um limite mínimo 5 mil euros e um valor máximo de 20 mil euros. Cada candidato apenas pode apresentar uma candidatura e com ela beneficiar de uma comparticipação não reembolsável de 75% (com exceção dos projetos afetos ao Programa Operacional Regional de Lisboa). As candidaturas estão disponíveis até 16 de setembro de 2016 e para mais informações consultar o website www.portugal2020.pt.

Concurso Nacional de Ideias: candidaturas até 7 de novembro


O Concurso Nacional de Ideias premeia a criatividade empresarial e apoia as melhores ideias de negócio, independentemente do setor de atividade económica envolvido, com o objetivo que estas ideias se traduzam em projetos viáveis. Os empreendedores que se candidatarem a este concurso terão acesso a um conjunto de meios indispensáveis ao exercício da atividade empresarial, nomeadamente recursos financeiros, humanos, técnicos, de formação ou de aconselhamento especializado.

Relativamente aos prémios, os vencedores serão distinguidos com o certificado de jovem empreendedor do ano. A melhor ideia de negócio será contemplada com um plano de negócios gratuito, realizado por profissionais especializados da Loja do Empreendedor, e com um acompanhamento técnico-empresarial. Por sua vez, as 15 melhores ideias terão acesso a informações e conselhos úteis para a concretização das suas ideias e consequente entrada no mundo empresarial. Mais informações em: concursodeideias.anje.pt.