20 agosto, 2015

Universidades Portuguesas no topo


As Universidades do Porto, Coimbra, Lisboa, Nova e Minho são as cinco universidades portuguesas que surgem nas listas “QS - Quacquarelli Symonds” das melhores universidades do mundo por áreas de ensino e de investigação.

Há representatividade portuguesa em 20 das 36 áreas analisadas pelo “QS Top Universities”. A área onde Portugal tem mais universidades é Medicina, seguida de Engenharia Civil, Ambiente, Matemática e Línguas Modernas. A universidade portuguesa que aparece em mais áreas no “QS World University Ranking by Subject” é a Universidade do Porto: 13 áreas, seguida de Coimbra em 10, Lisboa em 7, a Nova em 5 e a do Minho numa área. A Universidade do Porto é também a que aparece mais vezes como a mais bem cotada a nível nacional.

A Universidade do Porto surge em Engenharia Química, Eletrotécnica, Mecânica, Agricultura e Silvicultura, Farmácia e Farmacologia, Ambiente, Línguas Modernas, Informática, Biologia, Medicina, Química e Matemática. A Universidade de Coimbra em Engenharia Civil, Ambiente, Geografia, História, Direito, Biologia, Química, Matemática, Medicina e Línguas Modernas. Já a Universidade de Lisboa aparece em Geografia, Línguas Modernas, Estatística, Inglês e Literatura, Matemática, Medicina e Física e Astronomia. Quanto à Universidade Nova surge em Contabilidade e Finanças, Engenharia Química, Ambiente, Medicina e Química. Por último, a Universidade do Minho consta em Engenharia Civil.

No ranking geral de universidades, a universidade portuguesa melhor colocada é a do Porto na 293ª posição, a Nova em 312º lugar, Coimbra em 351º, Lisboa entre a 501ª e a 550ª posição e a Católica entre a 601ª e a 650ª. Mais informações sobre os “rankings” de universidades de todo o mundo, publicados pela Quacquarelli Symonds, em www.topuniversities.com.

13 agosto, 2015

Portugal Ventures abre 12.ª Call For Entrepreneurship


A Portugal Ventures já abriu o período de candidaturas à 12ª Call For Entrepreneurship, uma iniciativa da Portugal Ventures que possibilita o acesso a investimento de capital de risco por parte de projetos de base científica e tecnológica nas fases de Seed e Start-up.

No âmbito da 12.ª Call, serão selecionados para investimento projetos nas áreas de Tecnologias de Informação e de Comunicação, Eletrónica & Web, Ciências da Vida, Turismo e Recursos Endógenos, Nanotecnologia e Materiais, que demonstrem possuir o maior potencial de crescimento e capacidade para se assumirem como empresas de excelência a nível mundial. Os projetos selecionados pela Portugal Ventures beneficiarão de um investimento até 750 mil euros, num máximo de 85% das suas necessidades totais de financiamento.

Na preparação e qualificação dos projetos para captação de investimento de capital de risco, os empreendedores poderão beneficiar também do apoio e orientação de uma das entidades da Rede de Parceiros do Programa de Ignição (“Ignition Partners Network”).

Para além do prémio monetário, os projetos vencedores poderão usufruir de aconselhamento especializado e haverá a possibilidade de virem a ser incubados e acelerados nos centros do ecossistema de empreendedorismo tecnológico português em São Francisco, Boston, Austin e Berlim. A submissão de candidaturas decorre até 3 de setembro de 2015 e deve ser efetuada através do portal www.portugalventures.pt.

UPTEC e PortoJóia promovem empreendedorismo


Através de uma parceria, a PortoJóia e a UPTEC - Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto anunciaram a criação da Academia PortoJóia, um projeto que visa apoiar e facilitar a afirmação no mercado das ideias de jovens criadores de ourivesaria. Com o objetivo de fortalecer a presença de novas ideias no mercado e de incentivar o papel empresarial dos novos talentos, esta formação de 6 meses é destinada a jovens recém-licenciados, que pretendam melhorar a sua performance empresarial.

A ideia passa por desafiar a comunidade a submeter uma ideia original ou modelo de negócio, que resulte num produto/serviço de ourivesaria, joalharia ou relojoaria. Os três melhores projetos terão acesso a uma formação gratuita de 6 meses na área da gestão, marketing e comunicação na UPTEC com mentoria especializada de empresários do setor. Durante este período, os participantes irão trabalhar na definição do modelo de negócio, identificação de clientes/mercados, melhoria de processos de design e desenvolvimento de produto, compreensão da propriedade intelectual, gestão de equipas, oportunidades de financiamento, aspetos legais e financeiros, vendas e comunicação dos seus projetos empresariais.

Cada projeto poderá incluir até três pessoas no máximo, sendo que o líder deverá ter obrigatoriamente formação superior. As candidaturas decorrem até dia 1 de setembro de 2015 e deverão ser formalizadas em: www.portojoia.exponor.pt.

06 agosto, 2015

Cheque-Formação: empresas podem beneficiar de formação financiada a 90%!


Foi publicada a 3 de agosto em Diário da República a Portaria n.º 229/2015 do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social que cria o Cheque-Formação. A medida “Cheque-Formação” constitui uma modalidade de financiamento direto da formação a atribuir às entidades empregadoras, aos ativos empregados e aos desempregados inscritos na rede de Centros de Emprego e Centros de Emprego e Formação Profissional do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P., que, visando o incentivo à formação profissional, é um instrumento potenciador da criação e da manutenção do emprego e do reforço da qualificação e empregabilidade.

O “Cheque-Formação” traduz-se numa comparticipação que oscila entre os 175 euros e os 500 euros em despesas de formação que apresenta diferentes modalidades consoante a situação profissional do indivíduo no momento em que procura aceder a ele. Tratando-se de um indivíduo ativo empregado, o acesso ao “Cheque-Formação” pode ser pedido pelo próprio ou pela sua entidade patronal e o apoio a atribuir pelo IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional considera o limite de 50 horas no período de dois anos, um valor hora limite de 4 euros, num montante máximo de 175 euros, sendo que o financiamento máximo é de 90% do valor total da ação de formação, comprovadamente pago.

Tratando-se de um desempregado, será elegível para esta medida se estiver inscrito no IEFP e for detentor de nível 3 a 6 de qualificação, há, pelo menos, 90 dias consecutivos. Têm direito a um apoio financeiro correspondente ao valor total ou custo total da ação de formação até ao montante de 500 euros, desde que frequentem percursos de formação com uma duração máxima de 150 horas no período de dois anos. Neste caso, o financiamento será de 100%. O percurso de formação deve responder às necessidades que constam dos respetivos Planos Pessoais de Qualificação, determinados por um CQEP - Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional.

A formação profissional a desenvolver tem de ser ministrada por uma entidade formadora certificada pela DGERT (como é o caso da EDIT VALUE® Formação Empresarial), pois só esta poderá emitir através do SIGO - Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa os respetivos certificados de formação profissional.

Prémio do Jovem Empreendedor


Estão abertas as candidaturas à 17.ª edição do Prémio do Jovem Empreendedor, o mais antigo galardão de empreendedorismo em Portugal que distingue, apoia e promove empresas em fase de criação e/ou expansão de negócios. Apoiado pelo IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional, o Prémio do Jovem Empreendedor é dirigido a cidadãos entre os 18 e os 35 anos, bastando para tanto que estes apresentem projetos de criação ou expansão de empresas com os seguintes requisitos: exequibilidade financeira; adequação ao mercado; carácter inovador; e, credibilidade das referências académicas e/ou profissionais dos seus promotores.

O Prémio do Jovem Empreendedor, cujo valor global é de 30 mil euros, inclui um prize money de 20 mil euros para apoio ao desenvolvimento do projeto (distribuído em partes iguais aos promotores vencedores e obrigatoriamente incorporado no capital social da empresa) e um conjunto integrado de apoios no valor adicional de 10 mil euros. Aqui se inclui a oferta de um ano de incubação numa das infraestruturas da ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários, suporte promocional, oferta de uma Pós-graduação realizada pela ANJE e ainda acesso a instrumentos e programas de incentivo financeiro e de suporte da atividade empresarial.

Os candidatos interessados devem preencher um plano de negócios que contemple os seguintes dados: informação pessoal; apresentação do negócio; análise do mercado; estudo económico e financeiro; amostragem da conta Estado e outros entes públicos; e, demonstração de resultados previsionais e balanços previsionais. As candidaturas ao Prémio do Jovem Empreendedor decorrem até dia 31 de agosto de 2015 e deverão ser formalizadas em: www.anje.pt.

Portugal Inovação Social 2020


A iniciativa “Portugal Inovação Social 2020” vai gerir cerca de 150 milhões de euros ao longo de todo o novo quadro comunitário de apoio Portugal 2020. Pela primeira vez, os FEEI - Fundos Europeus Estruturais e de Investimento são diretamente mobilizados para projetos na área da Inovação e Empreendedorismo Social. O objetivo é ajudar a criar soluções em áreas como o combate à pobreza, a exclusão social, a promoção do envelhecimento ativo, o abandono escolar, a empregabilidade, o apoio a crianças e famílias.

O “Portugal Inovação Social 2020” foca-se no apoio a IIES - Iniciativas de Inovação e Empreendedorismo Social que resolvam problemas importantes e negligenciados da sociedade, sejam inovadoras e pioneiras a nível nacional e mundial, que possam ser replicadas e sistematizadas a um contexto mais vasto e que adotem estratégias de implementação que promovam a sustentabilidade económica através da eficiente mobilização da recursos, geração de receitas ou poupança na despesas pública.

Os principais beneficiários dos programas de financiamento a desenvolver pelo “Portugal Inovação Social 2020”, são organizações da economia social, empreendedores independentes, no seio da administração pública, ou organizações da economia social, em muitos casos em lógica de parceria. Informação mais detalhada em www.inovacaosocial.portugal2020.pt.

Positividade e felicidade no local de trabalho: “Happiness At Work? Happiness Works!”



Foram divulgados os resultados da quarta edição do estudo “Happiness Works”, que publica anualmente os níveis de felicidade dos profissionais portugueses e que resulta de uma parceria entre a consultora Horton International e o docente da Universidade Autónoma, Georg Dutschke. De acordo com a análise dos dados, em 2015 a felicidade organizacional é de 3,6 numa escala de 5 pontos. Assim, os profissionais portugueses são “Quase Felizes”, verificando-se um acréscimo de 0,2 valores em relação ao ano de 2014. Em Portugal, apenas nos últimos anos se adensou o estudo académico sobre a positividade e a felicidade no local de trabalho, bem como sobre a sua influência nos níveis de produtividade dos colaboradores.

Segundo autores internacionais, organizações felizes são mais criativas e têm maior potencial para provocar mudanças. Nos seus estudos, Gretchen Spreitzer demonstrou que estas organizações reportam menos casos de depressões e esgotamento e perdem menos dias de trabalho (-74%). Logo, não só são mais saudáveis na sua vida pessoal como também poupam custos às empresas relacionados com despesas de saúde, absentismo e rotatividade de colaboradores.

Em Portugal, o estudo “Happiness Works” dá conta que os profissionais que se consideram mais felizes faltam por motivos de doença, em média, 2,4 vezes. Já os menos felizes, dão 9,3 faltas pelo mesmo motivo - uma diferença de 79%. No mesmo sentido, os colaboradores mais felizes dizem-se mais produtivos do que os menos felizes (mais 55%). Acresce-se ainda que quem se diz mais feliz pensa menos em mudar de empresa (-40%). Por fim, quem é mais feliz na sua vida profissional também o é na sua vida pessoal (mais 54%).

Relativamente aos fatores que mais influenciam a felicidade no desempenho da função, destaca-se a satisfação com os objetivos - não só com os que lhes são traçados, mas também com o cumprimento dos mesmos. No fundo, os colaboradores sentem-se felizes com a sua produtividade. No que concerne à organização, a satisfação o ambiente interno, o reconhecimento e confiança, a sustentabilidade e inovação, e o equilíbrio e vida pessoal são os maiores instigadores da felicidade.

Relativamente aos setores de atividade mais felizes, encabeça a lista o setor da construção e imobiliário, seguido pelos setores da indústria e do comércio por grosso e a retalho, podendo ser associado a este o aumento do consumo e das exportações. No fim da tabela surge o setor do Estado.

Portugal 2020: EDIT VALUE® Formação Empresarial acreditada para prestação de serviços


A EDIT VALUE® Formação Empresarial e a EDIT VALUE® Consultoria Empresarial são entidades acreditadas para prestarem serviços no âmbito dos Projetos Simplificados do Portugal 2020. Os Projetos Simplificados têm como objetivo apoiar a obtenção de serviços de consultoria e apoio à Internacionalização, à Inovação, ao Empreendedorismo e à I&D.

No caso da EDIT VALUE® Formação Empresarial, a entidade encontra-se acreditada para as seguintes tipologias:
- Vale Inovação: apoia a aquisição de atividades de consultoria de gestão, assistência tecnológica, economia digital e propriedade intelectual e industrial; e,
- Vale Empreendedorismo: financia a contratação de serviços de consultoria na área do empreendedorismo imprescindíveis ao arranque das empresas.

Neste âmbito, destacam-se as atividades de consultoria que integram novas filosofias de organização do trabalho e reforço das capacidades de gestão:
- Integração e Práticas de Gestão de Recursos Humanos;
- Desenho e implementação do Balanced Scorecard de Recursos Humanos;
- Implementação da Gestão de Desempenho por Competências;
- Elaboração de estudos de Balanço de Competências; e,
- Implementação de um modelo de Avaliação da Satisfação Interna.

Os apoios concedidos às empresas no âmbito do Vale Inovação ou do Vale Empreendedorismo assumem a forma de incentivo não reembolsável (fundo perdido) e a taxa de apoio situa-se nos 75%. Cada empresa poderá apresentar uma candidatura a cada tipologia e obter, por cada um, um incentivo máximo de 15 mil euros. Mais informações em www.portugal2020.pt.

31 julho, 2015

Portugal 2020: Vales veem Avisos de Abertura republicados


Foram republicados a 30 de julho os Avisos relacionados com os Concursos para Apresentação de Candidaturas aos Vales I&D, Empreendedorismo, Internacionalização e Inovação, cujo período de receção de candidaturas se iniciou a 15 de maio de 2015 e termina a 31 de março de 2016. As alterações efetuadas têm implicações nas taxas de financiamento, nos orçamentos disponíveis e com a suspensão da receção de candidaturas por parte do Programa Operacional Regional do Norte no Aviso n.º 15 (Vale Inovação) e do Programa Operacional Regional de Lisboa para os Avisos n.º 13/14/15 (Vale Empreendedorismo/Vale Internacionalização/Vale Inovação).

Em todos os Avisos dos projetos simplificados do Portugal 2020, mais conhecidos como “Vales”, foram efetuados ajustamentos considerando: 
- A alteração da condição relacionada com o número mínimo de consultas a entidades acreditadas e especificação do momento de seleção da entidade acreditada;
- A introdução da condição específica de acesso relacionada com a obrigação de obter ou atualizar a Certificação Eletrónica no sítio do IAPMEI, para efeitos de comprovação do estatuto PME; e,
- A clarificação do âmbito setorial definindo como prioridade as atividades económicas que visam a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis.

Entre as alterações efetuadas nesta republicação dos Avisos, são de destacar as seguintes:
- No Aviso relativo ao Vale I&D (n.º 12), foi alterada a taxa de incentivo a aplicar aos projetos afetos ao Programa Operacional Regional de Lisboa;
- No Aviso relativo ao Vale Empreendedorismo (n.º 13), foi efetuado o reforço das dotações orçamentais previstas para o concurso (quando aplicável) e suspensa a receção de candidaturas por parte do Programa Operacional Regional de Lisboa;
- No Aviso relativo ao Vale Internacionalização (n.º 14), foi suspensa a receção de candidaturas por parte do Programa Operacional Regional de Lisboa e clarificada a aplicação do regime dos auxílios de minimis no incentivo atribuído a esta tipologia de projetos; e,
- No Aviso relativo ao Vale Inovação (n.º 15), foi efetuado o reforço das dotações orçamentais previstas para o concurso (quando aplicável) e suspensa a receção de candidaturas por parte do Programa Operacional Regional de Lisboa e do Programa Operacional Regional do Norte.

Nos termos do previsto nos Avisos de concurso a suspensão da receção de candidaturas entra em vigor 3 dias úteis após a data da publicação. Assim, a partir do dia 5 de agosto de 2015 (0 horas), o Balcão 2020 não permitirá a receção de candidaturas para estes Programas Operacionais, nos referidos avisos. Mais informações em www.portugal2020.pt.

Vale Inovação: prazo para candidaturas termina a 5 de agosto de 2015!


O Norte 2020 decidiu suspender a receção de candidaturas ao concurso "Qualificação das PME - Vale Inovação" (AVISO Nº 15/SI/2015). Face à procura significativa de candidaturas, este concurso, que, inicialmente compreendia um período de submissão de candidaturas entre os dias 15 de maio de 2015 e 31 de março de 2016, foi suspenso. Desta forma, a partir do dia 5 de agosto (0 horas) já não será possível a submissão de candidaturas.

Recorde-se que este concurso prevê o conceito de “vouchers” de apoio a micro e PME na aquisição de serviços de consultoria a um conjunto de entidades pré-acreditadas, com reconhecido mérito nas respetivas áreas de especialização. O “Vale Inovação” engloba serviços de consultoria em domínios como transferência de conhecimento, inovação organizacional e gestão, economia digital e tecnologias de informação e comunicação, criação de marcas e design, proteção de propriedade industrial e qualidade e eco-inovação.

Mais informações disponíveis em: www.norte2020.pt.